DEPRESSÃO – INÍCIO DO
SÉCULO XXI
O início do século XXI, em decorrência da década
de 90, considerada a “década do cérebro”, tem sido marcado por inúmeras
pesquisas no campo das neurociências. Recursos de imagem como a Tomografia
por Emissão de Pósitrons (PET) e a Espectroscopia por Ressonância
Magnética têm possibilitado novos entendimentos sobre o funcionamento das
diversas estruturas que compõem o cérebro e que parecem estar envolvidas nos
transtornos de humor.
Novos segmentos acadêmicos têm proporcionado maior
integração entre as áreas médica e psicológica. Como exemplo, podemos citar a psicobiologia,
a neurociência clínica, e a neuropsicologia.
É possível que tais
contribuições, aliadas aos diversos recursos psicoterapêuticos já existentes e
aos avanços da psicofarmacologia, resultem numa melhor compreensão dos
transtornos depressivos, no aperfeiçoamento das práticas psicoterápicas e na
produção de fármacos de ação seletiva e com menos efeitos colaterais.
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